
Carcassonne vem ampliar a oferta para a Nintendo Switch no segmento dedicado aos jogos de estratégia. Um jogo que pode ser jogado entre dois jogadores, até um máximo de quatro, na tentativa de erguerem uma cidade medieval, competindo entre si. Só um pode ganhar, mas nenhum jogador é afastado, o que torna as coisas mais interessantes. Curiosamente, a origem de Carcassonne remonta ao ano 2000, quando um alemão chamado Klaus-Jurgen Wrede criou o jogo de tabuleiro. Inspirado numa cidade do sul de frança com o mesmo nome (cidade onde aliás ele vive), famosa pela sua arquitectura medieval, ainda hoje podem ser contempladas as suas famosas paredes que fortificam uma vasta zona.
O sucesso do jogo de tabuleiro (por cá é distribuído pela Devir) levou ao aparecimento de novas versões, especialmente em formato videojogo, dada a relativa facilidade em replicar o conceito das peças e cartão. Até chegar à Switch foi um pulo. O objectivo em Carcassonne é simples e fácil de apreender. Uns minutos e já estamos dentro do jogo. Através de jogadas por turnos, os jogadores seleccionam peças de um vasto mapa de Carcassonne. Estradas, pontes, caminhos e igrejas, formam uma área. Por cada jogada são atribuídos pontos em função da conexão operada, usando os peões. Embora a construção seja conjunta, depressa os jogadores se apercebem de que podem encurralar o(s) adversário(s), ganhando mais pontos, enquanto os rivais pontuam menos.
É interessante ver o mundo crescer, numa facilidade de criação impressionante, pondo os peões em sítios específicos do mapa. Ao conquistarem cidades são atribuídos mais pontos, o que é um bónus face aos oponentes, por vezes ligados à metrópole, ainda que tenham condições para fabricar os mesmos redutos. Existem campos para cultivar e estradas para abrir. Há várias opções para progredirem. Enquanto avançam, as cidades ganham mais força e vitalidade através da colocação das peças que aumentam não apenas a sua protecção mas as chances de capturar uma cidade vizinha, a um rival.
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